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Por Felipe Vilasanchez
Para ter um melhor desempenho no pedal e obter o máximo de aproveitamento dos treinos, não há nada mais importante do que o repouso. É durante o tempo de descanso que recuperamos nossas energias e regeneramos nossa musculatura, tornando possível a próxima sessão de exercícios. Mas se engana quem pensa que descansar é o mesmo que ficar parado.
É comprovado cientificamente que se exercitar de forma leve durante o período de repouso ajuda na recuperação do atleta. É a chamada recuperação ativa, ou treino regenerativo, adotada por muitos esportistas e treinadores com o objetivo de diminuir e otimizar o tempo de descanso entre os treinos. De acordo com o coordenador do Laboratório de Fisiologia do Exercício da UFSCAR, Sérgio Perez, depois das provas e treinos nos quais o nível de lactato eleva-se bastante, a recuperação ativa facilita a remoção desse excedente de lactato mais do que o repouso.
“O objetivo principal, no período de recuperação, é oxidar este lactato, que resulta em água e gás carbônico, tirando a sensação de desconforto e de fadiga causada pelo exercício. A recuperação ativa acelera este processo, deixando o organismo pronto para a nova empreitada, ou seja, é necessário exercitar-se continuamente durante o período de recuperação”, explica o professor de triathlon Leandro Abete, que recomenda que o treino regenerativo seja feito após treinos ou provas onde uma maior intensidade foi exigida e houve um grande acúmulo de ácido lático.
Mas, para fazer a prática dar certo, é importante ter em vista alguns detalhes que ajudarão o ciclista em seu descanso ativo. O primeiro passo é praticar a modalidade à qual já se está habituado, “pois assim há o envolvimento dos mesmos grupos musculares facilitando a recuperação”, afirma Perez. No entanto, “buscar uma atividade para a qual não se tem um condicionamento específico poderá gerar mais desgaste, além de exercitar um grupo muscular diferenciado”, previne o Leandro.
Em segundo lugar, Abete recomenda, para atletas amadores, fazer a recuperação ativa com intensidades entre 35% e 45% do VO2máx, um indicador que pode ser obtido através do teste ergoespirométrico e que indica a capacidade do corpo metabolizar o oxigênio captado durante o exercício. Porém, pessoas com um condicionamento mais desenvolvido podem fazer um esforço entre 55% e 65% do seu VO2máx. Perez, apoiado em estudos publicados sobre o assunto, indica que se adote “intensidades de 30% a 50% da carga máxima exigida durante a prova ou treino”.
Por fim, e mais importante, é necessário respeitar o próprio condicionamento físico e não exceder os limites. Caso contrário, o atleta “poderá fazer o processo inverso, acumulando mais lactato, ou pode até mesmo caminhar para uma lesão”, adverte o treinador.
FONTE:PROLOGO
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PJirQBFhjxakXhBYGj comentou em 04/05/2012 13:05:00:
Oi FabioAcho que ne3o me expressei deitrio na minha resposta anterior. O que os estudos dizem e9 que quanto ao ganho/produe7e3o de fore7a muscular, o exercedcio que tere1 melhor desempenho sempre sere1 o primeiro exercedcio quando comparado ao ultimo, e vice-versa. Quanto ao que vocea escreveu sobre nunca fazer primeiro o exercedcio supino como prmeiro exercedcio para peitoral cuidado, todos os grande atletas fazem o exercedcio supino como exercedcio de base para o desenvolvimento do peitoral e eu particularmente tambe9m. Acredito que tenha algum estudo que comprovou a eficieancia do voador antes do supino com barra, sou pesquisador tambe9m (tenho alguns artigos cientedficos publicados/aceitos para publicae7e3o, inclusive no exterior), e sei que para se afirmar com toda certeza alguma coisa e9 dificil rs. Pense que pode existir os dois lados da moeda, vocea faz o voador (fadiga o peito) antes do supino reto(o que teoricamente exigiria uma menor intensidade para se fadigar o peito, ja que ele ja comee7a o exercedcio pre9-fadigado), ou vocea faz o supino reto primeiro (fadigando o triceps consequentemente) e obriga o musculo peitoral a produzir mais fore7a para realizar o exercedcio ate9 o final. Existem muitos atletas e ate9 mesmo pesquisadores de renome que sf3 realizam o exercedcio supino(e suas variae7f5es) em seus treinamentos, e conseguem excelentes resultados, tanto em fore7a quanto em hipertrofia. Alguns atletas ( ou ate9 mesmo praticantes recreacionais experientes) conseguem realizar 10 ou mais repetie7f5es no exercedcio supino com 150 Kg totais. Pensando na maneira que vocea colocou, como seria possivel para estes atletas realizarem as 10 repetie7f5es se o triceps fadigasse antes que o peitoral (o que provavelmente ocorra), e se o peito ne3o auxiliar ate9 o final do exercedcio? Um gande abrae7o Fabio e qualquer duvida me mande um email.
QyXZluAQzZdtGBHA comentou em 19/03/2012 11:03:25:
nosferatu
qjcupucqpNeRou comentou em 08/09/2011 00:09:45:
missions
(23/05/2012 00:53:47) Maglia Rosa - Giro d’Italia – Estágio 16
(22/05/2012 23:58:37) Maglia Rosa - + Polenta – Doping
(22/05/2012 23:46:14) Pedal do Frango - Giro d'Itália 2012 - 16° etapa Resultado
(22/05/2012 23:32:07) Pedal do Frango - Giro d'Itália 2012 - 16° etapa Resultado
(22/05/2012 23:30:13) Pedal do Frango -
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