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por RUI MARQUES SIMÕES Ontem
Há 15 anos, Agustín Sagasti, figura da equipa basca, foi obrigado a terminar a promissora carreira, devido a um grave atropelamento. Agora, foi encontrado morto, depois de a mãe estranhar a sua ausência a um almoço
O luto é visita frequente do mundo do ciclismo e agora tingiu as camisolas laranjas da Euskatel Euskadi. Tudo devido à morte de Agustín Sagasti, o primeiro campeão da história da mítica equipa basca.
Sagasti, de 39 anos, foi encontrado morto em casa - depois de a mãe ter estranhado que não fosse almoçar na sua companhia, como habitual. As causas da morte [mais uma, num desporto marcado por depressões e suícidios, ver caixa] não foram reveladas. Mas o acontecimento serviu de pretexto para a imprensa espanhola revisitar a curta carreira do ciclista, marcada pela esperança... e pela tragédia.
Em 1994, Agustín Sagasti inscreveu-se na história do ciclismo espanhol, ao ganhar o primeiro sector da 5.ª etapa da Volta ao País Basco, após uma fuga de 80 quilómetros. Tinha 23 anos e tornou-se o vencedor n.º1 da então recém--fundada Euskadi, equipa 100% basca - como o Athletic de Bilbau, só aceita atletas nascidos ou criados no País Basco.
"Dava tudo em cima da bicicleta: é a recordação que vou guardar dele. Deu-nos uma grande alegria na estreia como profissional, a primeira de uma equipa que então buscava o seu lugar no pelotão", recordou ontem o presidente da Euskadi, Miguel Madariaga.
Porém, se a Euskatel Euskadi se assumiu como uma das equipas mais famosas do pelotão internacional, a promessa Agustin Sagasti nunca se pôde confirmar. Em 1995, quando perseguia um grupo de fugitivos na Volta de Valles Mineros, nas Astúrias, o ciclista foi atropelado por um automóvel Ford Fiesta (que entrou inadvertidamente no traçado da prova). O choque foi brutal: Sagasti esteve 24 horas em coma, partiu o fémur e sofreu graves lesões no braço esquerdo; passou quatro meses no hospital, foi submetido a seis cirurgias... mas não conseguiu retornar ao ciclismo.
Após uma longa disputa judicial, a Unipublic, organizadora da Volta de Valles Minerios, foi obrigada a indemnizar o ciclista, em 70 milhões de pesetas (cerca de 420 mil euros), por ter sido responsável pelo atropelamento, ao deixar o carro entrar no traçado da prova.
E Sagasti, aparentemente, "tinha refeito sua a vida", conta Madariaga. Além de ter sido seleccionador da Federação Basca de Ciclismo, o ex-atleta trabalhou como funcionário público e queria tirar o curso de Ciência Empresariais. Mas, como aquele Fiesta, em 1995, a morte surgiu-lhe no caminho.
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